sábado, 30 de novembro de 2013

O ESPETÁCULO DA VIDA

Que você seja um grande empreendedor. Quando empreender, não tenha medo de falhar. Quando falhar, não tenha receio de chorar. Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.

Encontre um oásis em seu deserto. Os perdedores vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores começam tudo de novo.

Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo. Não seja escravo dos seus pensamentos negativos. Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção. O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha. Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.

Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo. Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida. Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão. Ninguém é igual a você no palco da vida. Você é um ser humano insubstituível.

Jamais desista das pessoas que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos. Seja profundamente apaixonado pela vida. Pois a vida é um espetáculo imperdível

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CIA MAGIA DO TEATRO DE OSCAR BRESSANE

 


 
Tem o prazer de convidar para assistir uma releitura do Conto de Fadas Cinderela

Data: 27/11/2013
Horário: 20h00
Local: CCI - Centro de Convivência do Idoso  - Oscar Bressane -SP
Realização: Departamento Municipal de Cultura - Secretária Leila Moreira.

Cápsula do Tempo 2013 - 2023

 

No próximo dia 05/12 será enterrada a cápsula do tempo da cidade de Oscar Bressane na Praça da Matriz as 20h00.
Esta proposta é uma extensão e fruto do programa de desenvolvimento local aplicado nas escolas e na comunidade, através do levantamento da visão de futuro, para construir coletivamente a frase que descreve onde a comunidade pretende chegar; a cápsula do tempo vem coroar está etapa, pois com este projeto poderemos verificar se os objetivos foram alcançados, se a visão de futuro foi concretizada, além disso, preservar a identidade e memória época.
 
Frase de Visão de Futuro
Em 2023, Oscar Bressane continuará sendo reconhecida como cidade da longevidade e qualidade de vida destacando-se como referência em desenvolvimento socioeconômico, cultural e ambiental, preservando suas tradições, garantindo a segurança e integração da comunidade.

III - Feira Noturna Revelar


 
REVELAR

Artesanato, Doces, Salgados, Verduras, Legumes e Frutas
Dias 20 e 21 de Dezembro
Na Praça da Matriz de Oscar Bressane
Expositor: Participe! Faça sua inscrição com a Neia ou Cris no Ponto de Cultura
Realização: Rede Social Bressanense em parceria com a Comunidade Local.
 
Apoio: Prefeitura Municipal de Oscar Bressane
 
 
 
 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Projeto relizado em 19/10/2013 - Apresentação da Rede Social Bressanese na Festa da Melancia



Projeto Apresentação da Rede Social Bressanense

Local: Praça da Bíblia - Festa da Melancia
Período: 19/10 das 18h00 às 23h00 e 20/10 das 10h00 às 18h00 de Outubro

Justificativa:
Com a formação dos Agentes de Desenvolvimento Local a cidade de Oscar Bressane, deu inicio a Governança Local. Que é formada por um grupo de pessoas da comunidade, com o intuito de desenvolver sua localidade, formando assim uma Rede Social ou seja pessoas e organizações interconectadas  que se relacionam, acreditam nas mesmas coisas e tem objetivos em comum, sem vinculo politico partidário, hoje fomentada pelo Senac São Paulo, com a missão de garantir e proporcionar o desenvolvimento local, de maneira sustentável em prol da comunidade , realizando através deste projeto o cadastro dos ativos e ouvindo a comunidade sobre seus pontos fortes e os pontos a desenvolver em sua comunidade.

Objetivo: Apresentação da Rede Social a comunidade e realizar  cadastro de ativos e pesquisa dos pontos fortes e postos a desenvolver na comunidade

Metodologia:
Teremos um stand decorado onde a missão da Rede Social Bressanense e sua frase de Visão de Futuro estarão expostas, apresentaremos a Rede Social Bressanense e convidaremos a comunidade para participar da pesquisa sobre os pontos fortes e os pontos  a desenvolver na comunidade e daremos continuidade ao cadastro de ativos da comunidade e serviremos café e água.  

Publico alvo: Comunidade da Cidade de Oscar Bressane
Recursos Materiais e humanos:

- 500 Formulários para pesquisa dos Pontos fortes e a desenvolver;

- 200 Formulários para cadastro dos ativos;

- 20 Canetas;

- 6 Pranchetas;

- 20 Crachás;

- Máquinas fotográficas;

- 4 Not’s ;

- 1 Data Show;

- Banner do Senac;

- Banner da Rede;

- 1 Telão;

- 4 Mesas;

- 10 Cadeiras;

- 2  galões de água;

- Pó de café;

- Açúcar;

- Um pacote de copos descartáveis de água e um de café e guardanapos e colheres para café;

- Barbante;

- Tesouras;

- Fita adesiva;

- 1 Lâmpada 220;

- Tomadas com extensão;

 
Atividades:

Divulgação da Rede
Rosana, Suzana, Neia, Severino,
Cadastro dos ativos digitalizado
Marines e Dayane
Cadastro dos ativos em formulário
Paulo, Ana, Fernando e Daniel
Cadastro dos pontos fortes e a desenvolver
Denise, Rosimeire, Fernando, Daniel, Severino e Conceição

 
Cronograma de atividades e responsáveis:

Data
Horário
Atividade
19/10
09h00
Organização do espaço
19/10
15h00
Terminar a organização
19/10
18h00
Início do evento
19/10
00h00
Término do evento
20/10
09h00
Organização do espaço
20/10
10h00
Início do evento
20/10
19h00
Encerramento do evento

 
Orçamento:
Doações

Apoio:
Senac – Unidade Marília
Ponto de Cultura da cidade de Oscar Bressane
Comissão Organizador da Festa da Melancia

Realização:
Rede Social Bressanense

Sistema de Avaliação:
Será avaliado no dia 07/11 através dos documentos e registro no caderno de visitas ao stands. Cadastros e pesquisas efetivadas.  

Avaliação dos Resultados:

·         Tivemos registrados a visita de 80 pessoas da comunidade em nosso stand;
      ·         Foram realizados 53 cadastros de ativos, pois alguns ativos já tinham se cadastrado;
      ·         Foram realizados 44 pesquisas dos pontos  fortes e a desenvolver na comunidade;
      ·        Acreditamos que foi um bom resultado pois muitas pessoas abordadas já tinham ouvido falar da Rede Social Bressanense.


Projeto Elaborado pela Rede Social Bressanense
Postagem - Denise Cortinove Miranda

ARTIGO de John McKnight - O desenvolvimento da Comunidade Baseado em Ativos


John McKnight
Co-diretor do Instituto de Desenvolvimento Comunitário com Base em Ativos da Northwestern University (EUA), John McKnight vem pesquisando, nos últimos 30 anos, trabalhos relacionados à filantropia, serviço social, política de saúde, organização de comunidades e racismo em todo o mundo. Durante este período, McKnight mergulhou no trabalho de mais de três mil comunidades em todo o mundo – Estados Unidos, África e América Latina – e constatou que os projetos que conseguem os maiores benefícios sociais utilizam como ponto de partida os talentos e capacidades dos integrantes da comunidade e não suas deficiências.

ARTIGO

 John McKnight – Pela primeira vez visitando o Brasil, McKnight participou do II Seminário Internacional IDIS de Investimento na Comunidade, em São Paulo. Veja os principais trechos da conferência – “O desenvolvimento da comunidade baseado em ativos” – ministrada por John McKnight:
Nos últimos anos venho assistindo à emergência da sociedade civil organizada. Em qualquer lugar do mundo hoje em dia ouvimos falar sobre sociedade civil e capital social e no futuro as cidades vão depender muito de como estas organizações se relacionam. Além disto, o significado de filantropia vem mudando ao longo dos últimos anos, movendo-se de caridade para desenvolvimento.

Passei os últimos 30 anos tentando descobrir, em pequenas comunidades, grandes cidades e áreas rurais, nos EUA, Canadá, Europa, Austrália e África, o que as pessoas vêm fazendo para tornar suas vidas mais agradáveis. Fomos às comunidades e conversamos com as pessoas e com suas lideranças, tentando verificar o que elas têm feito. Começamos então a ter idéias diferentes sobre como as coisas podem melhorar.
De modo geral, há uma idéia assumida pelos líderes das instituições e outra quando você conversa com os habitantes locais. Há duas idéias realmente diferentes. Começamos a mapear essas idéias. Um desses mapas enxerga dentro do bairro suas necessidades, a natureza dos problemas, as deficiências dos indivíduos. Esse é um tipo de mapa que está nas mentes da maioria dos líderes institucionais preocupados. É o mapa das necessidades da comunidade. Os problemas são: desemprego, vadiagem, famílias desempregadas, favelas, analfabetismo, beneficiários da previdência social, envenenamento por chumbo, abuso infantil, grafiteiros, doentes mentais, para citar alguns. É assim que a maioria dos líderes institucionais enxerga suas comunidades. Nos EUA chamamos isso de mapa de carências: uma forma de compreender a vizinhança local que tem guiado muitos líderes em sua abordagem em relação às vizinhanças de baixa renda.
No entanto, também começamos a perceber que esse mapa de carências tem algumas conseqüências inesperadas. Contamos pelo menos sete: a primeira conseqüência é que, se as pessoas de um bairro estão sempre ouvindo dos líderes institucionais sobre suas carências e deficiências, muitas vezes começam a acreditar apenas que são carentes e deficientes. Na medida em que começam a acreditar nessa idéia, se tornam pessoas dependentes.
O segundo efeito é que esse mapa das necessidades tende a destruir os relacionamentos locais, porque leva as pessoas a dizerem: eu sou carente, eu preciso de instituições que possam me consertar. Portanto, os meus poderes não são necessários. Isso enfraquece a ação cidadã local.
O terceiro efeito é que essa postura reforça a idéia de que, para consertar a vizinhança, deve-se categorizar o dinheiro destinado a ela, para saúde, educação, etc. Quando você conversa com os profissionais que atendem a comunidade, eles categorizam o dinheiro que recebem, em pacotes diferentes. Mas estão sempre tentando juntar tudo, tentando coordenar uma ação. Essa ênpasso em categorias não é verdadeira para a realidade de uma vizinhança. Tudo está ligado em uma vizinhança. Nas instituições é que as coisas são separadas.
O quarto efeito é que esse mapa de necessidades normalmente acaba em dinheiro fluindo para profissionais que vão consertar pessoas, em vez de dinheiro para construir sobre os recursos existentes na vizinhança.
O quinto é que a gente acaba dando uma recompensa ao fracasso. Vocês sabem disso: conheço uma agência que lida com abuso infantil. No primeiro ano encontro 100 crianças que sofrem abuso. Naquele ano, o governo deu 100 mil dólares para ajudar essa fundação. No ano seguinte, se o governo ou outro financiador descobrir lá 200 crianças que sofrem abuso, vai dar 200 mil dólares. Porém, se a organização se tornar eficaz e reduzir o número de crianças abusadas, os financiadores vão dizer: “então você precisa de menos dinheiro”. E, dessa forma, existe uma inversão: quando mais dinheiro flui, mais necessidades há. Esta talvez seja a conseqüência mais negativa.
Finalmente esse mapa de necessidades tem o efeito de criar a desesperança, o desespero. As pessoas começam a achar que não têm dinheiro, são carentes e vêem os profissionais recebendo dinheiro para consertá-las. Mas a vizinhança e o bairro não mudam. Ninguém nunca viu nenhuma vizinhança mudar com dinheiro aplicado em consertar os indivíduos.
Uma das coisas que posso relatar é que esse é um problema importantíssimo nas instituições. Em geral, as pessoas visualizam as instituições pelo foco de suas deficiências. As fundações, instituições, governo e a mídia de massa tendem sempre a falar sobre o que está errado, especialmente nas comunidades de baixa renda. Não fazem isso em bairros ricos. Lendo o jornal ou assistindo à TV, você vai pensar que nos bairros pobres as pessoas só se drogam e matam umas às outras.
Vocês podem ver o quanto é negativamente poderoso este mapa? Todos dizem que o que é importante são os déficits.
Há naturalmente um outro mapa, e esse mapa é o mapa dos ativos. Não que o mapa das necessidades não seja real ou verdadeiro, mas há outro mapa real. É o mapa dos ativos. Neste mapa estão, de forma genérica: as empresas privadas, escolas, bibliotecas, parques, clubes, igrejas, associações, grupos comunitários e também os jovens, os idosos, artistas, grupos culturais. Todos são ativos numa vizinhança.
Temos perguntado para mais de 3 mil bairros ou vizinhanças dos países que visitamos o que aconteceu que melhorou a comunidade? Perguntamos ao habitante, ao morador da área. Temos coletado mais ou menos 3 mil estudos de caso sobre isso. E quando analisamos essas histórias descobrimos que, mesmo que essas vizinhanças sejam consideradas deficientes ou carentes, nos contavam que havia coisas realizadas para tornar sua vida melhor. Falavam sobre sua iniciativa para ajudar a economia, ajudar as crianças, as mulheres. Contavam que ajudavam a lidar com problemas de confiabilidade. Suas histórias falam sobre os recursos existentes dentro da vizinhança.
Quando você analisa essas histórias, descobre que existem cinco recursos dentro das vizinhanças que as pessoas têm usado para melhorar as coisas por conta própria. Esses recursos são ativos. Vocês podem chamar de ingredientes para a construção de uma comunidade. Fico encabulado de dizer o que são, porque são recursos que todos conhecem. Cada história nos contava como as pessoas usavam uma, duas, três ou todos esses ingredientes.
O primeiro: as capacidades e habilidades dos moradores locais. O segundo: as organizações, clubes e grupos voluntários da comunidade. O terceiro: as instituições, os negócios e as corporações com ou sem fins lucrativos, além das instituições governamentais – escolas, parques, bibliotecas. Em quarto lugar, está a terra e tudo o que está acima e abaixo dela. E o quinto recurso é a economia local: como essas pessoas compartilham, trocam, fazem escambo, comercializam ou compram e vendem com dinheiro. Cada iniciativa falava sobre a criação dos relacionamentos entre esses ativos.
Então vamos tentar resumir algumas dessas descobertas, uma vez que existem dois mapas: um de carências, com conseqüências muito negativas e outro mapa em torno do qual você pode dizer: é assim que as coisas mudam. É assim que mudou porque o foco não estava nas necessidades, e sim nos ativos.
Outra descoberta é que, o que faz com que o progresso aconteça quando se focaliza em ativos é porque ninguém pode fazer nada com necessidades ou carências.
Eu, por exemplo, sou cardíaco. O que vocês podem fazer com essa minha deficiência? Nada. Uma necessidade não pode lidar com outra necessidade. Ativos são o que a gente tem para lidar com necessidade. É por isso que é tão importante focalizar nos ativos. Você pode fazer algo com o fato de que eu posso construir uma casa, mas nada com o fato de eu ser cardíaco.
A segunda descoberta é o desenvolvimento da comunidade, sobre o processo de criar mais e mais conexões entre esses ativos. Uma vizinhança frágil tem poucas conexões e relacionamentos. Uma forte vizinhança tem conexões fortes entre cada um dos cinco ativos. A terceira descoberta é que, de modo geral, as vizinhanças se desenvolvem numa seqüência. Desenvolvem-se melhor quando o foco inicial é sobre seu próprio ativo. E, depois, recursos externos entram secundariamente. As vizinhanças utilizam melhor os recursos externos quando podem utilizar recursos internos. Você não sabe do que precisa, até saber o que tem. Se você tem um jardim, uma horta com vegetais, é isso o que está cultivando. Você não vai comprar algo em uma loja para o seu jardim se não souber o que ele já tem.
A quarta descoberta é que as instituições externas, os doadores e financiadores, podem apoiar o desenvolvimento de ativos internos se tiverem uma compreensão correta do seu papel. Eles têm um papel fundamental nessa compreensão de dar apoio às comunidades para o desenvolvimento dos seus ativos, criando relações, em vez de tentar consertar as pessoas “quebradas” dentro dessa vizinhança. Comunidades utilizam melhor os recursos externos quando já fazem bom uso de seus próprios recursos. O princípio é muito simples: você não sabe do que necessita até que saiba o que, efetivamente, possui. As mudanças começam de dentro para fora, através do investimento e do apoio às qualidades e ativos das comunidades locais.
A receita para uma comunidade bem-sucedida está calcada em um importante tripé. A primeira perna é formada pelo governo. A segunda, pelo mercado de negócios e a terceira, pela sociedade civil. Os dois primeiros costumam ser muito fortes, porém, se a sociedade civil é fraca, o tripé não se sustenta. Uma sociedade civil bem estruturada é o centro de uma democracia e ela só existe quando cidadãos se unem.“Quando você olha para um copo metade cheio, metade vazio, tem duas formas de encará-lo: pode achar que ele está quase vazio ou pode apreciar a parcela cheia. Em geral, no trabalho filantrópico, é comum vermos instituições focando na metade vazia, que representa as deficiências de uma comunidade. A estratégia de focar na metade vazia, ou seja, no problema, tem limites reais. Os governos, em geral, focam nos problemas. Mas a sociedade civil organizada precisa olhar para a metade cheia do copo, ou seja, para as capacidades da comunidade. É a estratégia mais eficiente”.


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Postagem - Denise Cortinove Miranda

sábado, 16 de novembro de 2013

Encontro da Rede Social Bressanense em 20/11/2013


No próximo dia 20 de novembro de 2013, quarta-feira as 19h30, no Ponto de Cultura, realizaremos o encontro da Rede Social para falarmos sobre os seguintes temas:

- Avaliação da Costela Sertaneja realizada pela Rede Social para apoio ao Cane, realizado em 10/11/2013;
- Checklist para o Projeto da Cápsula do Tempo que será realizado em 23/11/2013;
- Definições necessárias para o  1ª Fórum  de Desenvolvimento Local que será realizado em 09/12/2013;
- Checklist da Palestra -  Boas práticas na fabricação de alimentos, com atividades  práticas de planilhas, dinâmicas sobre como armazenar o macarrão caseiro e validade, que será realizado em 12/12/2013.  
- Definições de ações para realização dos projetos para 2014.



Missão da Rede Social Bressanense é garantir e proporcionar o desenvolvimento local, de maneira sustentável, em prol da comunidade.
 
 



Postado por Denise Cortinove Miranda


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Encontro da Rede Social de 07/11/2013.

 
A missão da Rede Social Bressanense é garantir e proporcionar o desenvolvimento local, de maneira sustentável, em prol da comunidade.

Em nosso encontro de 07/11/2013 a Rede firma o compromisso com sua missão. Para o mês de novembro teremos várias ações:    Rede colaborando com o CANE, através do Almoço no dia 10/11/2013;    Oficina sobre conservação e embalagem de Macarrão caseiro;    Finalização da Cápsula do Tempo, com a validação da Visão de Futuro da cidade de Oscar Bressane;     1ª Fórum de Desenvolvimento Local da cidade de Oscar Bressane.
Para 2014, teremos vários projetos em prol da comunidade estamos denvolvendo vários temas como:    A importância da coleta seletiva;     a importância de uma cidade arborizada;     a importância da cidade iluminada;     a importância da cultura do esporte e do lazer na cidade, também vamos trabalhar a     validação do diagnóstico participativo a confecção do mapa verde com os ativos da cidade;       a vocação da cidade; desenvolver a agenda local; fazer o pacto local e a validação do processo com a comunidade. 
São muitos ações, mas trabalhando em rede realizaremos a nossa missão. 
Relato de Denise S.C.F. Miranda - Mediadora da Rede Social Bressanense fomentada pelo Senac - Marília.